domingo, 2 de agosto de 2009

Sem imaginar o contrário

O sentido e a obrigação de parar

Serve para resgatar

Aquilo que nunca se soube que era importante,

Aquilo que vaga a mente

Com idas e vindas,

Vindas e idas

E vagamente teimam em permanecer.

O parar trás um turbilhão de lembranças

Que serão úteis de agora em diante

E jamais esquecidos.

Trás muitas respostas e confirmações

De exclamações duvidáveis.

Parei...

Não porque quis,

Assim o fizeram,

Assim quiseram,

É assim que funciona,

É essa a regra e todos estão inclusos,

Pois parar...

Sem imaginar o contrário

É o mal necessário.

2 comentários:

  1. Vamos movimentar esse blog né?!rs... Sou suspeita p/falar, mas adoro tudo o que vc escreve!!!

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  2. Lindoo! Pode pôr fé que eu vou estar sempre aqui.! Sou sua fã.!

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