Nos relatos que abrigam meu coração,
Provavelmente meus pés têm a visão
Do que é essencial a ser visto
E meus olhos em meu interior correm,
A procura do que pulsa.
Desapego e dependência sem clemência
Rasgam os relatos
Há tanto escritos
E o sopro finaliza os vestígios
Ora juntados pelos pés
Que agora não vêem
E pelos olhos que agora não correm
E só recorrem aos relatos
